Revista 2007 Número 2

Número: 2

Ano: 2007

– De que serve isso?

– Do tesouro de Hermes I

– Vida sem conflito

– Do campo de trabalho…

– Do tesouro de Hermes II

– A força da Gnosis

– Um lugar na África

– A revelação da misteriosa sabedoria

– Do tesouro de Hermes III

– Como uma criança que dá seus primeiros passos

“Ponde-vos diretamente no trabalho e empunhai o arado em total renúncia a serviço da Luz universal!”
Jan van Rijckenborgh, A Gnosis em sua atual manifestação.

“A luz é o grande mago sem o qual nada se pode realizar. Do seio da eterna luz tudo surge. Em suas radiações se encontra o princípio de toda atividade material e química. Mas assim como a luz desperta a vida, também pode aniquilá-la. Uma vez que a luz nasce como força, tudo que não pode suportar essa luz é transformado. É uma ação totalmente diversa de uma simples força magnética. A força-luz magnética gnóstica, ao tocar-nos, transforma algo em nós. Submetidos a semelhante toque, não podemos continuar sendo os mesmos.

Compreendeis que poderoso significado existe na possibilidade de se festejar o nascimento da luz no campo de força da Escola Espiritual? Tudo o que não consegue resistir à luz de Cristo é aniquilado e transformado. Assim, em Cristo e mediante ele, o velho homem é aniquilado e o novo homem se eleva.

O nascimento da Luz original é a base e o começo de uma vida completamente nova. Luz é vida e torna possível uma nova vida, que resulta em um novo comportamento: uma vida segundo o Sermão da Montanha – pois, do contrário, essas palavras seriam incompreensíveis. Contudo, se começardes pelo lado errado, sem colocar a Luz no centro de vossa vida, nada conseguireis. Começai com a Luz!

É a vida que provém da Luz, e não a Luz que provém da vida. É impossível construir alguma coisa com base em vosso antigo comportamento; isso está completamente fora de cogitação. Os que consideram o novo comportamento uma continuação do antigo logo perceberão que a renovação não aconteceu. Os que começam com a Luz não necessitam, graças a ela, esforçar-se pelo novo comportamento; eles não podem fazer outra coisa senão praticá-lo, com todas as conseqüências que se seguem.”

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